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Lições da música para os inovadores

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Como apreciador das artes e do que o ser humano é capaz de produzir, acompanho (quando possível) apresentações e trabalhos nas mais diversas áreas. Assistindo à audição cega e avaliação de cantores, em um dos julgamentos foi repassado o seguinte parecer para justificar a desclassificação do candidato: “…sua voz é absolutamente certa, afinada… mas, no meu caso, talvez me faltou ouvir um pouco da sua personalidade…”. Mas o que isso tem a ver com inovação?

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De forma geral, quando iniciam as atividades como cantores, as pessoas buscam aproximar-se ao máximo da performance dos intérpretes. Nas empresas, principalmente as iniciadas por profissionais vindos das áreas técnicas, isto também acontece: muitas vezes são copiados bens, serviços e seus agregados para aproximação máxima com os benchmarks. Mas isso não está completamente errado, pois a utilização de referências é prática comum e saudável, tanto para cantores como para empresas.

Apesar de ser comum e saudável, a prática por si só proporciona adequações e maior facilidade para melhorias, mas não diferenciais. Para geração de diferenciais, há necessidade de emprego de personalidade, do desenvolvimento de inovações que reforcem a individualidade.

Assim como cada ser humano, as empresas são únicas. Assim como para os cantores, o emprego de doses de personalidade nos produtos e serviços das empresas faz com que seja criada a sua identidade e o seu diferencial para os clientes.

Gustavo Greve é sócio-fundador da ADMi9 Consultoria em Gestão Inovativa, que atua com foco nas regiões dos Vales do Taquari e Rio Pardo. Para maiores informações, acesse: www.admi9.com.br.

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